Humildade

July 27, 2015

 

Existem dois tipos de humildade: a humildade da mente, e a humildade do coração(alma).

A humildade da mente é a humildade que acontece fora do coração, isto é, a humildade por interesse ou medo. Este tipo de humildade é circunstancial, usualmente provocada pelo interesse de se obter alguma coisa, seja favor ou piedade. Por exemplo: quando um funcionário se posiciona humilde diante dos seus superiores, com o fim de iludi-los e, assim, conquistar a sua confiança, para mais tarde tirar proveito, mas que diante das pessoas que estão subordinadas a ele ou no mesmo nível que ele, age e os trata de modo completamente diferente.

A humildade da mente é só de aparências, dura pouco porque é falsa e logo mostrará sua verdadeira face, especialmente se a pessoa obtém o que queria ou prospera no seu intento.

A humildade do coração, que é do Espírito Santo é completamente o oposto acontece no interior da pessoa e a faz reconhecer sua pequenez diante de Deus e diante dos homens independentemente do que venhamos a possuir, e quanto mais a pessoa cresce, mais se torna humilde diante de Deus e dos homens.

O dedicado apóstolo Paulo, que tantas lutas enfrentou em seu ministério, considerava-se o maior dos pecadores. Veja que quanto mais perto da luz estamos, mais vemos nossas sujeiras. Mas o oposto também é verdade: quanto mais longe da luz, menos vemos quão sujo estamos. O orgulhoso em seu discurso enaltecendo suas qualidades é apenas alguém longe da luz que não consegue ver a própria sujeira.

 Às vezes engana até a si mesmo, pensando que não precisa buscar no Senhor a humildade – acredita que já a possui – porém jamais enganará a Deus.

        

Parábola do Fariseu e o Publicano

 

“Dois homens subiram ao templo com o propósito de orar: um fariseu, e o outro publicano. O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano, jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho.

O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador!

Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado.”

Lucas 18: 10 ao 14

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